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Comentários da Lição da Escola Sabatina

Lição 11
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Apoc. 14:1-12 - As três mensagens angélicas.

Lição 11 8 a 14 de junho de 2002

Parte Introdutória:

A tríplice mensagem angélica contém o derradeiro apelo de um misericordioso Deus a uma raça perdida. Sua proclamação em todo o mundo ocorre no contexto dos eventos finais da história do planeta, conforme narrados em Apocalipse 13, particularmente nos versos 11-18. Ela confronta os enganos do dragão, da besta semelhante ao leopardo e da besta semelhante ao cordeiro, com o "evangelho eterno" que é "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê" (Rom. 1:16).

Este evangelho é tanto um chamamento como uma advertência, em vista do triunfo da cruz que resultou na expulsão e queda de Satanás (Apoc. 12:9), aqui sugestivamente referido em termos da queda de Babilônia. Se Apocalipse 12:11 deixa entrever que a vitória de Jesus é a vitória de Seus seguidores, a mensagem angélica central, a segunda (14:8), confirma que a experiência oposta também é verdade: a derrota do diabo é igualmente a derrota de todos os que se lhe submetem. O quadro é bastante animador, face ao aparente êxito do inimigo no capítulo 13. Com efeito, Apocalipse 14 volta a expor as coisas sob a perspectiva de Deus e da verdade, e a mensagem final de Deus deixa claro que o pecado é pura ilusão, por mais atraente que possa parecer.

O capítulo 14 é significativo também em sua estrutura. As três mensagens são colocadas entre duas referências àqueles que, em resultado da aceitação delas, triunfam sobre a obra de engano promovida pelo dragão e as duas bestas. Duas referências porque há dois grupos de salvos por ocasião da volta de Jesus: os que serão trasladados sem ver a morte (os 144 mil dos versos 1-5), e aqueles que ressuscitarão para não mais morrer (os bem-aventurados do verso 13). Com isto fica uma vez mais definido que a vitória pertence a Deus, não importa o poder e a fúria do inimigo.

A última cena do capítulo é a própria volta de Jesus, expressa em seus dois propósitos principais: trazer salvação para uns (ilustrado no quadro da "ceifa" nos versos 14-16), e perdição para outros (ilustrado no quadro da "vindima" nos versos 17-20). Em outros termos, Deus é suficientemente justo para premiar o obediente fiel tanto quanto para punir o transgressor rebelde.

Com isto fica estabelecido que uma vez proclamada a tríplice mensagem angélica em todo o mundo, o caráter de cada habitante do planeta estará para sempre fixado, consolidado, ou com o selo de Deus ou com o sinal da besta. Quando Jesus voltar, tanto a "seara" (os justos) como a "vinha" (os ímpios) da Terra estarão maduras. Caráter aqui é para ser entendido em termos de semelhança com Cristo (os que recebem o selo de Deus) ou com o dragão (os que recebem o sinal da besta). Como é o caráter que determina o destino eterno, um grupo será agraciado com a recompensa auferida por Cristo, a "posse do reino", enquanto ao outro caberá a punição reservada para o inimigo: "Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mat. 25:34 e 41).

Precisamente esse quadro de duplo destino é visualizado em Apocalipse 14: enquanto os salvos aparecem no monte Sião com o Cordeiro (v. 1), os perdidos são reunidos "no grande lagar da cólera de Deus" para serem "pisados fora da cidade" (vs. 19 e 20). Sião lembra Jerusalém, não a da Palestina, mas a celestial (ver Heb. 12:22); pois será exatamente fora da Nova Jerusalém que, no fim do milênio, demônios e humanos semelhantes a eles, serão queimados (Apoc. 20:9), ou, nos termos da terceira mensagem angélica, atormentados "com fogo e enxofre, diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro." (14:10).

Sião também comporta uma dimensão terrena: a Igreja verdadeira. A lição de domingo envolve mais naturalmente essa dimensão.

Domingo, 9 de julho Missões globais: Sião e Armagedom

A batalha do Armagedom será antes de tudo a batalha entre duas montanhas: Sião e Armagedom. Ar significa montanha, e Magedom, uma variante de Megido, significa lugar de tropas. Armagedom seria a montanha onde as tropas se reúnem. É-nos dito que os "reis do mundo inteiro", naturalmente com os seus exércitos, serão "ajuntados" pelo dragão, pela besta e pelo falso profeta em Armagedom (16:14 e 16). Isso indica que o poder civil mundial estará nesse tempo tão a serviço de Satanás e seu sistema religioso, que será arregimentado para combater a Deus e a Seu povo.

Armagedom não é um determinado local da Palestina, ou de qualquer outra região da Terra, mesmo porque geograficamente não existe o monte de Megido. Armagedom é o mundo inteiro. Da mesma forma, Sião, aqui considerada em sua dimensão terrena, não é o monte Sião da Palestina. É um símbolo da Igreja remanescente espalhada em todo o mundo. Considerando que a besta exercerá autoridade "sobre cada tribo, povo, língua e nação" (13:7), que a tríplice mensagem angélica será proclamada "sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo" (14:6) [isto é, a extensão do domínio da besta será a extensão da pregação final], e que o povo de Deus procede "de todas as nações, tribos, povos e línguas" (7:9), não podemos entender a batalha do Armagedom senão como travada em cada lugar da Terra, pois os dois exércitos litigantes (os ímpios perdidos e a Igreja de Deus) estão em todo o mundo. O campo de batalha é todo o planeta.

Quando Golias apareceu desafiando o exército de Israel a que lhe apresentasse um homem que duelasse com ele, estavam os filisteus "num monte da banda dalém, e os israelitas, no outro monte da banda daquém" (I Sam. 17:3). O vale embaixo, entre os dois montes, deveria ser o palco do duelo. Conhecemos bem a história. Davi se dispôs ao combate, matou o gigante, e levou Israel a uma grande vitória naquele dia.

Desta mesma forma, o verdadeiro Davi desceu ao vale e defrontou-se com o verdadeiro Golias vencendo-o na cruz. Este triunfo garante a Sião a vitória na batalha final, mesmo porque o Capitão do exército do Senhor está ali para defender Seu povo. "Pelejarão eles [a besta com os reis da Terra] contra o Cordeiro [na pessoa dos Seus santos], e o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele" (Apoc. 17:14). Para sabermos quem são esses fiéis que se acham com o Cordeiro, basta uma olhadela em Apocalipse 14:1: "Olhei, e eis o Cordeiro em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, tendo na fronte escrito o seu nome e o nome de Seu Pai", isto é, portando o caráter de Cristo.

Mais uma vez a ação diabólica imita a ação de Deus. A lição traça um sugestivo paralelo entre ambas.

Segunda-feira, 10 de junho O selo de Deus e o remanescente

A lição de hoje se concentra no significado e propósito de um selo, e sua aplicação espiritual, e não fala muito sobre o grupo dos assinalados, identificado no Apocalipse como 144 mil.

Geralmente ligamos o assunto do "selo de Deus" ao mandamento do sábado, e estamos corretos, porquanto a Bíblia é clara em afirmar que a guarda do sábado é o "sinal" entre Deus e o Seu povo (Êxo. 31:13 e 17; Ezeq. 20:12 e 20). Mas não podemos esquecer que nem todos os que professam guardar o sábado serão selados (ver Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 68). O sábado é o selo de Deus, que deve ser aplicado a nós, no sentido primário do mandamento. Ali o Senhor nos pede, antes de tudo, que santifiquemos o sábado, e não meramente que nele descansemos. Deus, todavia, não está preocupado com a santificação de coisas, ou mesmo de um pedaço de tempo. À luz do evangelho, nós é que devemos ser santos, e quando é dito que alguma coisa deve ser santificada, é justamente com este objetivo: promover a nossa santificação. Requerendo que santifiquemos o sábado, Deus está ordenando que nós mesmos sejamos santos, porque ninguém dá do que não tem. Como um profano, iníquo, rebelde contra Deus pode santificar alguma coisa?

É verdade que a guarda de qualquer mandamento da lei de Deus requer obediência aos outros mandamentos (ver Tiago 2:10 e 11). Mas essa é uma verdade muito especial em relação ao sábado, porque concernente à simples prática, uma pessoa pode transgredir um mandamento enquanto guarda outro que não o sábado, tal como um ladrão (transgressor do oitavo mandamento) pode perfeitamente deixar de adorar imagens (cumprindo assim o segundo mandamento). Mas quem vive roubando durante a semana, ou adulterando, ou falando da vida alheia, enfim transgredindo os outros mandamentos, terá condições, chegando o sétimo dia, de santificar o sábado? Ele poderá cessar o trabalho secular e descansar nesse dia (isso é relativamente fácil), mas não estará guardando o quarto mandamento.

Em outras palavras, a genuína guarda do sábado requer tal consagração a Deus, que nos leve finalmente à plena santificação; esta, por sua vez, exige antes de tudo que tenhamos a Jesus como nosso Salvador pessoal, e sejamos-Lhe fiéis. É por isso que a guarda do sábado é um sinal de que Deus não apenas nos criou, mas nos redimiu em Jesus Cristo; é igualmente um sinal de que Deus nos santifica (Êxo. 31:13; Ezeq. 20:12). E é por isso também que, conforme já referido, ser selado com o selo de Deus significa plena identificação com o caráter de Cristo (isto é, santificação plena), da mesma forma que ser assinalado com o sinal da besta significa plena identificação com o caráter do dragão (isto é, degeneração plena).

A lição toca esse ponto ao afirmar que: "Os servos de Deus nos últimos dias vão revelar em sua vida diária pleno comprometimento com a santidade e com a obediência à lei, particularmente ao mandamento do sábado, que é o sinal de santificação. Então, o selo de Deus representa lealdade incondicional a Deus, manifestada na obediência à Sua lei e, especialmente, ao mandamento do sábado." É por isso que o selo de Deus é colocado sobre a "fronte" (Apoc. 7:3). Fronte é símbolo da mente. Como a lição diz, os selados na fronte refletem "o caráter de Deus, Sua santidade." (Ver Apoc. 14:5).

Mas, e o grupo dos assinalados, os 144 mil?

"Quem são eles?", é a pergunta que se levanta tão logo esse tema é referido. Outra costumeira questão envolve a natureza do número. "144 mil é número simbólico ou literal?"

O Espírito de Profecia é bem preciso na identificação do grupo: "Logo ouvimos a voz de Deus semelhante a muitas águas, a qual nos anunciou o dia e a hora da vinda de Jesus. Os santos vivos, em número de 144.000, reconheceram e entenderam a voz. ..." Vida e Ensinos, pág. 58. Portanto, os 144 mil compõem o grupo de salvos que estiverem vivos quando Jesus voltar.

Quanto à natureza do número, se simbólico ou literal, as opiniões entre nós variam. Particularmente creio na simbologia do número, pois é próprio que na profecia apocalíptica haja um significado além do literal para números. Vários deles têm uma conotação simbólica no último livro da Bíblia; porque não o número 144 mil? Além disso, esse montante é citado em ligação íntima a elementos considerados simbólicos. Por exemplo, os 144 mil se dividem em 12 mil para cada tribo de Israel (Apoc. 7:4-8), as quais naturalmente comportam um significado simbólico (a maior parte dessas tribos desapareceu). Porque as tribos seriam simbólicas e não o número?

Finalmente, lembramos mais uma evidência do simbolismo do número. Cento e quarenta e quatro mil é um múltiplo de 12, o número básico da Igreja. Seria 12 (a Igreja embriã do Velho Testamento) X 12 (a Igreja embriã do Novo Testamento) X 1000 (número da plenitude final). No grupo identificado como 144 mil, Deus terá, quando Jesus voltar, uma representação viva de Sua Igreja em todas as épocas e lugares.

Aparentemente a citação do Espírito de Profecia acima favorece a literalidade do número. Mas o mesmo Espírito de Profecia afirma alguns parágrafos adiante que, no mar de vidro, os 144 mil "ficaram em quadrado perfeito" (Ibidem, pág. 59). Um quadrado perfeito é formado por um número cuja raiz quadrada é um número inteiro. Quatro forma um quadrado perfeito por 2 X 2 resulta nesse valor. O próximo número a formar um quadrado perfeito é o 9, os seguintes 16, 25, 36, 49 e assim por diante. Se calcularmos a raiz quadrada de 144 mil teremos como resultado um número fracionário, não inteiro. Parece que nesse ponto o Espírito de Profecia nos deixa entrever a simbologia do número. Na citação anterior, a autora poderia estar apenas citando textualmente as palavras da própria Bíblia, dizendo "144 mil em número" conforme o que está escrito. "Então, ouvi o número dos que foram selados..." (Apoc 7:4).

Finalmente devemos resistir ao conceito pessimista quanto aos que comporão o remanescente final. "Onde Deus vai conseguir 144 mil fiéis em meio a tanta degradação e pecado?", alguns indagam num misto de incredulidade e desalento. Deus tanto sabe os que são seus como quantos são Seus. No tempo de Jezabel, Elias pensava que só ele permanecera fiel. Mas Deus lhe disse: tenho ainda sete mil que não dobraram seus joelhos a Baal (I Reis 19:18).

Nesse mundo todo, quantos fiéis Deus tem? Deixemos que a inspiração responda: "Entre os habitantes do mundo espalhados por toda a Terra, há os que não têm dobrado os joelhos a Baal. Como as estrelas do céu, que aparecem à noite, esses fiéis brilharão quando as trevas cobrirem a Terra, e densa escuridão os povos. Na África pagã, nas terras católicas da Europa e da América do Sul, na China, na Índia, nas ilhas do mar e em todos os escuros recantos da Terra, Deus tem em reserva um firmamento de escolhidos que brilharão em meio às trevas, revelando claramente a um mundo apóstata o poder transformador da obediência a Sua lei" Profetas e Reis, pág. 188 (Grifos supridos).

Terça-feira, 11 de junho A mensagem do primeiro anjo

O que representam os três anjos? Seres angelicais ou seres humanos? Creio que a resposta mais correta é: ambos. Se é verdade que Deus não comissionou a anjos a tarefa da pregação, é verdade também que anjos participam ativamente da obra de salvação (Heb. 1:14). E não esqueçamos que a palavra anjo significa mensageiro. Com este sentido, o termo se aplica perfeitamente a seres humanos:

João Batista Mar. 1:2

Os homens enviados por ele a Jesus Luc. 7:24

Os discípulos enviados por Jesus Luc. 9:52

Os dois espias enviados a Jericó Tia. 2:25

Tanto a palavra "emissários", constante no último texto, como "mensageiros" constante nos dois anteriores, são a tradução do grego angelos, anjo, no plural.

De forma bastante apropriada, esses três anjos representam o remanescente no cumprimento da missão de evangelizar o mundo. "O Senhor terá um povo tão verdadeiro como o aço, de fé tão firme como o granito. Eles devem ser-Lhe testemunhas no mundo, instrumentos Seus para realizar uma obra especial, gloriosa, nos dias de Sua preparação." Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 590.

Essa obra especial e gloriosa é a proclamação da tríplice mensagem angélica. "Em sentido especial foram os adventistas do sétimo dia postos no mundo como atalaias e portadores de luz. A eles foi confiada a última mensagem de advertência a um mundo a perecer. Sobre eles incide maravilhosa luz da Palavra de Deus. Confiou-se-lhes uma obra da mais solene importância: a proclamação da primeira, segunda e terceira mensagens angélicas. Nenhuma obra há de tão grande importância. Não devem eles permitir que nenhuma outra coisa lhes absorva a atenção." Ibidem, vol. 3, pág. 288.

Observemos sete aspectos fundamentais das três mensagens:

(1) objetivo (tríplice) conclamar, advertir e salvar

(2) extensão universais "a todo o mundo"

(3) urgência "voando" indica rapidez. Os últimos dias são mais breves do que imaginamos

(4) comunicação "pelo meio do céu". Jesus disse: "O que vos digo às escuras, dizei-o a plena luz; e o que se vos diz ao ouvido, proclamai-o dos eirados" [telhados] Mat. 10:27

(5) conteúdo suma da revelação final da vontade divina

(6) contexto de tempo os últimos dias

(7) poder "grande voz", subentende a autoridade divina por trás da proclamação.

Os aspectos (2), (3), (4) e (7) não se limitam apenas à primeira mensagem angélica, mas pertencem às três (ver o comentário de amanhã).

A primeira conclama os pecadores a que cumpram para com Deus três atitudes específicas: temê-Lo, glorificá-Lo e adorá-Lo. A razão para as duas primeiras é que o momento para Ele julgar é chegado. A razão da terceira é a criação por Ele efetuada; daí a importância do sábado em nossa vida religiosa.

Criação e redenção (o juízo faz parte do evangelho, Rom. 2:16) identificam o verdadeiro Deus, o único a ter direito ao culto e serviço do homem, em contraste com a petulância do dragão em exigir para si adoração e subserviência humanas.

Temer a Deus não é ter medo dEle. "No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo" (I João 4:18). É reconhecê-Lo como supremo, "o Altíssimo", e reverenciá-Lo com submissão e obediência. Glorificar a Deus é honrá-Lo e exaltá-Lo pela natureza do Seu Ser e de Suas obras; isso fazemos principalmente pelo estilo de vida que adotamos. Adorá-Lo é prostrarmo-nos diante dEle em genuína adoração; adoração genuína é aquela que Jesus identificou como sendo em espírito e verdade (João 4:24), a única que Deus aceita.

Adorá-Lo em espírito significa com inteireza de coração, com vida plenamente consagrada a Ele, o que é possível apenas pela habitação do Espírito Santo em nós. Adorá-Lo em verdade, é adorá-Lo segundo a Sua vontade, a qual conhecemos através de Sua Palavra, verdade que santifica (17:17). Uma apreciação e correta compreensão do caráter de Deus estão envolvidos aqui como fatores da adoração legítima. Jesus observou à samaritana que os de sua raça adoravam um Deus que não conheciam (4:22); evidentemente não podiam adorá-Lo corretamente.

Finalmente, não podemos passar por alto que a mensagem do primeiro anjo deixa clara que "a hora do Seu juízo chegou". Pela profecia de Daniel 8 e 9 (veja a quarta e quinta lições), sabemos que o juízo investigativo começou em 1844. Essa mensagem, portanto, ganha especial significado a partir desse tempo.

Quarta-feira, 12 de junho A mensagem do segundo anjo

A Bíblia diz que ao primeiro anjo "seguiu-se outro anjo, o segundo". Seguir é a tradução do grego akolouthéo, que significa "ser um seguidor-companheiro". O prefixo a expressa aqui união, semelhança, e o substantivo keleuthos significa vereda, caminho. O segundo anjo é aquele que se une ao primeiro e segue o caminho com ele. A mesma coisa é dita em relação ao terceiro anjo (Apoc. 14:9). Assim, as características do primeiro anjo são também próprias do segundo e do terceiro: eles também voam "pelo meio do céu", e têm o "evangelho eterno" para proclamar com "grande voz" "a cada nação, e tribo, e língua, e povo". A mensagem de cada anjo ressalta um aspecto primordial do mesmo "evangelho", mesmo porque qualquer outro evangelho, além do único, é anátema (Gál. 1:8 e 9). Portanto, em vez de uma mensagem tomar o lugar da outra, elas se unem na expressão da verdade completa a ser anunciada nesses últimos dias.

A proclamação da primeira mensagem angélica iniciou-se com o movimento milerita. A segunda foi primeiramente pregada no verão de 1844 e aguarda um cumprimento mais amplo num futuro próximo, quando o "quarto anjo", a Igreja sob o poder da chuva serôdia, anunciar a queda definitiva de Babilônia (Apoc. 18:1-3). A terceira mensagem é proclamada a partir de 1846, quando veio a lume a verdade do sábado. Hoje as três mensagens estão sendo simultaneamente proclamadas em todo o mundo. Muito logo, o "quarto anjo" virá para se unir aos outros três, e dar à proclamação da tríplice mensagem o toque final que a encerrará.

O que se entende por Babilônia no Apocalipse? O termo envolve todos os falsos sistemas religiosos da Terra, com ênfase aos segmentos de maior projeção na cristandade: o romanismo, o protestantismo apostatado e o espiritismo, que nos últimos dias estarão unidos para combater um inimigo comum, o remanescente (16:13 e 14). Esta tríplice união pode ser chamada de apostasia em dimensão ecumênica. No capítulo 17, Babilônia aparece na figura de uma mulher imunda no comando dos "reis da Terra"; mulher é símbolo de igreja. Esta mulher tem várias filhas (vs. 1-3 e 5).

Esta tríplice união será desfeita na altura da sétima praga, quando Deus se lembrará "da grande Babilônia, para dar-lhe o cálice do vinho do furor da Sua ira" (18:4).

As atividades de Babilônia em oposição a Deus começaram com Ninrode, algum tempo depois do dilúvio (Gên. 10:8-10); em seguida, no relato, vem o episódio da construção de uma torre, com a qual os homens queriam chegar ao Céu, e fazer um nome para si mesmos (Gên. 11:1-9). Deus desceu para ver a obra e lhes confundiu a linguagem. A torre se chamou Babel, que quer dizer confusão. Todavia, o aramaico bab-ilu, de onde derivam babel e babilônia, significa passagem, ou portal, para Deus. Alguns acham que pode ser caminho para a divinização. Os construtores teriam em vista tornarem-se como deuses. Tornar-se como Deus é precisamente o que o diabo anseia desde que se rebelou contra Ele. O Apocalipse trai a ambição satânica, identificando, como Babilônia, o palco de operação maligna nos últimos dias.

Mais tarde Babilônia voltou a se projetar como um neo-império construído por Nabopolassar e seu filho Nabucodonosor. Este, em 605 aC., transportou a primeira leva de judeus para lá. Em 586 aC., Nabucodonosor invadiu Jerusalém, destruiu a cidade e o templo, e consumou o cativeiro. Após setenta anos de exílio, Deus libertou os judeus de Babilônia e eles regressaram à Judéia para repovoá-la. O Apocalipse se serve de todos esses eventos históricos e os usa como tipos do cativeiro maior imposto pelas ameaças e enganos satânicos finais, dos quais o povo de Deus é libertado.

Os pecados capitais de Babilônia, segundo Apocalipse 17 e 18:

(1) Prostituição espiritual, efetivada em sua união ilícita com os "reis da terra" (17:1 e 2)

(2) Influência para o mal, através das falsas doutrinas que embebedam "os que habitam na terra" (17:2). Elas envolvem principalmente salvação pelo mérito humano, imortalidade da alma, e guarda do primeiro dia da semana.

(3) Blasfêmia. A besta que a mulher cavalga está "repleta de nome de blasfêmia" (17:3), que devem ser vistas em suas insolentes pretensões contra Deus.

(4) Perseguição. A mulher está embriagada "com o sangue dos santos e das testemunhas de Jesus" (17:6)

(5) Usurpação de domínio. A mulher está assentada sobre "povos, multidões, nações e línguas" (17:15)

(6) Ostentação e luxúria "Quanto a si mesma se glorificou e viveu em luxúria" (18:7)

(7) Presunção "Estou sentada como rainha. Viúva não sou. Pranto, nunca hei de ver!" (18:7) Por que o Apocalipse fala do vinho da fúria de Babilônia? Antes de tudo, devemos considerar que o intento do dragão é imitar a Deus. Este tem também o vinho de sua cólera (14:10). Mas sem dúvida, a fúria de Babilônia se deve ao ódio que ela nutre contra Deus, contra Seu povo, contra Sua Lei e outras instituições divinas.

Vale lembrar ainda, que Deus tem um povo em Babilônia (Apoc. 18:4). Hoje, através do evangelho, cada alma que se converte ao Senhor é um cativo a menos nos domínios de Satanás. Na hora undécima, todavia, com o "alto clamor" do quarto anjo (a proclamação da tríplice mensagem angélica pelo remanescente sob o poder da chuva serôdia), multidões ouvirão o chamado de Deus e se unirão à Sua Igreja. "Milhares da hora undécima verão e reconhecerão a verdade." Eventos Finais, pág. 182. "Mais de mil se converterão brevemente em um dia." Evangelismo, pág. 693. "Multidões receberão a fé e unir-se-ão aos exércitos do Senhor" Ibidem, pág. 700.

Ao mesmo tempo, uma "classe numerosa", que apenas professa crer na verdade sem, contudo, vivê-la, deixará as fileiras do povo de Deus e volver-se-á para o mundo (ver O Grande Conflito, pág. 607; ver também págs. 609-611). Essa classe, segundo vejo, será constituída de elementos da direita e da esquerda da Igreja. Os primeiros, com o seu radicalismo, sairão porque vão julgar que o remanescente está descambando para o liberalismo pela ênfase na justificação pela fé como fator exclusivo de salvação (não devemos esquecer que o alto clamor é essencialmente a proclamação da justiça pela fé [ver Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 363; Evangelismo, pág. 190]) . Os segundos, estes sim liberais, por julgarem o remanescente um bando de fanáticos. "A prudência está no meio", afirmava antigo professor de teologia que hoje descansa. Fujamos dos extremismos.

Quinta-feira, 13 de julho A mensagem do terceiro anjo

Na mensagem do terceiro anjo, os últimos enganos de Satanás são denunciados, bem como as conseqüências de se deixar iludir por eles.

As ameaças referidas nessa mensagem não seriam compatíveis com o caráter de um Deus amoroso e misericordioso, embora santo, não tivessem os habitantes da Terra a faculdade de escolher entre a verdade e o erro. De fato, ninguém precisa ser enganado. A mensagem começa com a condicional "se", que pressupõe livre decisão: "Se alguém adora a besta e a sua imagem" sofrerá as sanções aí descritas, mas "se" alguém não adora, não tem o que temer. Acham-se disponíveis no evangelho todos os recursos para o pecador resistir ao engano e tornar-se um vencedor.

Itens constituintes da terceira mensagem se ligam (1) ao dragão, (2) aos que se submetem a ele, e (3) a Deus.

(1) Itens que se ligam ao dragão:

Besta o romanismo (ver comentários à lição 9).

Imagem da besta a atitude do protestantismo apostatado em seguir o exemplo da besta (ver comentários à lição 10, principalmente em 5 de junho).

Marca da besta o distintivo de sua autoridade: a guarda do domingo (ver comentários à lição 10, principalmente em 6 de junho).

(2) Itens que se ligam aos que se submetem ao dragão:

Receber a marca na fronte ou sobre a mão em contraste com o selo de Deus que é aplicado somente à fronte. Receber a marca sobre a mão: aceitação, por conveniência, da autoridade da besta, face às sanções de lei que haverá contra os que não o fizerem. Receber a marca na fronte: aceitação, por convencimento de que isto é o que se deve fazer.

Beber do vinho da cólera de Deus a idéia é que terão de beber. Somos livres para escolher a quem servir, mas não livres para rejeitar as conseqüências da escolha.

Será atormentado com fogo e enxofre o castigo a ser infligido no final do milênio (Apoc. 20:9 e 10).

Pelos séculos dos séculos não um tormento interminável, mas definitivo e consumado. O original grego registra eis aiõnas aiónon que indica duração segundo a qualidade do elemento envolvido. Apenas se este é eterno estará subentendida a idéia de eternidade. Falando do fogo que irromperia sobra a terra de Edom, Isaías 34:10 emprega praticamente a mesma construção de Apocalipse 14:11: "Nem de noite nem de dia se apagará; subirá para sempre a sua fumaça." Claro que a terra de Edom não está queimando até hoje; mas até hoje ela não foi restaurada, e nunca o será.

O mesmo se diz de Sodoma e Gomorra como tendo sido punidas com o fogo eterno (Jud. 7). Estas cidades, igualmente, não estão ardendo até hoje. Como a lição diz, "O fogo é eterno porque suas conseqüências são eternas. O que ele destrói é destruído para sempre."

(3) Os itens que se ligam a Deus:

Fogo e enxofre Deus é fogo consumidor de toda a escória. Isaías pergunta: "Quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Quem dentre nós habitará com chamas eternas?" (Isa. 33:14), e nos dá, em seguida, uma resposta precisa.

Vinho preparado "sem mistura" O cálice comporta uma representação dupla: por um lado, é símbolo da salvação que Deus providencia (Sal. 116:13); por outro, é símbolo dos juízos divinos que se abatem sobre o pecador impenitente (Sal. 75:8). Quem rejeita o primeiro terá que receber o segundo. No Salmo 75:8 é dito que o vinho que Deus dá a beber aos ímpios está "cheio de mistura". Enquanto a porta da graça não se fechar, os juízos divinos estarão sempre dosados com a misericórdia. Quando, porém, a graça não mais interceder pelo perdido, os juízos serão derramados "sem mistura", isto é, sem a atenuante da misericórdia.

Ira de Deus são empregadas duas palavras gregas com o sentido de ira em Apocalipse 14:10: thumós, "cólera" na Almeida Revista e Atualizada, e orghé, comumente vertida "ira". Ambas têm a ver com o desprazer de Deus para com o pecado; mas não são meros sinônimos.

A primeira é mais sentimento, emoção; a segunda mais princípio, envolvendo a essência do ser; é uma condição da mente, ou mesmo um traço de caráter. "Deus é orghé" (Rom. 12:19), e não thumós; mas esta é a manifestação daquela, isto é, a manifestação de como Deus se sente com o pecado.

Paulo fala de uma revelação atual da ira divina (1:18) contra ímpios, a ser notada na degeneração a que são entregues (vs. 24 e 26). Aqui não é simples revelação de um sentimento temporário, momentâneo (thumós), mas do próprio fato de que Ele é ira com respeito ao pecado, tanto quanto é amor com respeito à justiça. Mas a manifestação final da ira será feita através do extravasar de Sua indignação (thumós) contra os perdidos.

É-nos dito que, uma vez tocada a sétima trombeta, "chegou a Tua ira" (orghé), isto é, chegou o momento do Senhor agir não com ira, mas como "ira"; momento de manifestar sua indignação (thumós) contra os impenitentes. Com efeito, o derramar das sete últimas pragas efetiva a cólera (thumós) de Deus (Apoc 15:1). Elas são mais precisamente as sete taças da cólera (thumós) divina (16:1).

Assim, Ele manifesta thumós porque é orghé. Thumós é ira manifestada. Orghé é traço de personalidade. Thumós ocorrerá num determinado momento, o fim do milênio, por exemplo. Mas Deus continuará sendo orghé quando o pecado não mais existir, como Ele já era orghé quando o pecado não tinha ainda insurgido. Thumós, entretanto, nunca mais ocorrerá (isto é, orghé jamais será novamente manifestado), porque o pecado não se levantará outra vez.

Finalmente, devemos observar que a proclamação da tríplice mensagem angélica alcançará pleno êxito em preparar um povo para a volta de Jesus. Na hora em que todos estarão seguindo os ditames de poderes que insurgem contra Deus e Sua lei, um grupo se levanta para resistir a onda do mal e sustentar a verdade. Este grupo é identificado em 14:12, como aqueles que exercitam "a perseverança dos santos", "que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus". O paralelo com 12:17 é óbvio. Ali o dragão se volta em ira contra "o restante" dos descendentes da "mulher", isto é, os fiéis de Deus nos dias finais; eles são "os que guardam os mandamentos de Deus e sustentam o testemunho de Jesus".

Então, 14:12 esclarece o porquê da razão da sua ira: estes descendentes finais são aqueles que aceitam o último apelo de Deus, exarado na tríplice mensagem angélica, e se colocam ao Seu lado para defender a honra de Sua lei. O diabo não pode senão odiá-los mesmo! Não pode senão querer vê-los mortos!

Mas como considerado na parte introdutória, essa tríplice mensagem está colocada entre duas notas de triunfo. E pergunto: com a salvação eterna assegurada, o que importa se estaremos vivos (14:1-5) ou estaremos mortos (14:13) quando Jesus voltar? Se de qualquer forma subiremos com Ele para desfrutar Sua presença para sempre? O que importa, se o pecado então será como se jamais tivesse sido? Como se jamais tivéssemos passado por este vale de lágrimas?

Informativo das Missões:

Sábado, 15 de junho de 2002

Amor em Ação:Mani Saito

Secretária da Associação do Japão Oriental.
A mãe de Mani é uma enfermeira que trabalha em uma pequena clínica em Tóquio. O médico que atendia na clínica tinha sido amigo da família desde que Mani era menina. Quando o médico perdeu a esposa, a mãe de Mani ofereceu-se para limpar a casa dele, fazer comida e atender a casa. O médico agradecido se tornou como um avô para Mani.
Um dia, quando a mãe de Mani foi trabalhar, ela encontrou o patrão muito mal-humorado. Ele contou que estava com câncer. Ele procurou os melhores tratamentos no Japão e pediu conselho aos membros da família. O sobri-nho dele, que morava nos Estados Unidos, falou sobre uma escola médica naquele país que era bem conhecida por seu sucesso em tratar do câncer. A escola era a Universidade Adventista de Loma Linda.
O médico fez os arranjos para viajar a Loma Linda a fim de receber tratamentos. Mas ele estava ficando velho, e não queria viajar sozinho para a América. Ele pediu que Mani o acompanhasse. Ela acabava de se formar na universidade, e falava pelo menos um pouco de inglês.
Mani queria ajudar seu amigo, mas já havia encontrado um trabalho em seu campo escolhido, e não estava certa de que devia ir. Mas ela gostava muito desse homem e queria ajudá-lo no que pudesse. Assim, concordou em pedir uma licença a seu patrão, e ficou surpresa quando ele concordou em segurar a vaga por três meses.
Amor em ação. O sobrinho do médico na Califórnia queria ajudar a facilitar a chegada do tio em uma cultura estrangeira. Ele pesquisou na Internet para descobrir se algum japonês vivia perto de Loma Linda. Para sua surpresa, achou uma igreja japonesa bem em Loma Linda. Ele entrou em contato com a igreja e fez arranjos para alguém buscar seu tio e Mani no aeroporto.
Os adventistas japoneses foram mais longe; ofereceram ao médico e a Mani um apartamento em que morar. Os membros providenciaram transporte para o hospital para os tratamentos do médico, para o supermercado e para outras tarefas. Então, eles convidaram Mani para visitar a igreja deles. A bondade dessas pessoas foi o primeiro contato que ela teve com o amor cristão em ação, e ela ficou muito impressionada. Mesmo seu amigo médico ficou impressionado; a bondade trouxe lágrimas aos seus olhos.
Mani e o médico ficaram dois meses em Loma Linda. Cada sábado, Mani ia para a igreja adventista japonesa, e logo ela estava freqüentando às sextas-feiras à noite também. Os membros da igreja a convidaram para algu-mas excursões com os jovens, e às vezes Mani tinha que se desculpar com seu amigo médico por passar tanto tempo com seus novos amigos. Ela se sentia verdadeiramente amada.
Despedida chorosa. Na hora de voltar ao Japão, os adventistas japoneses despediram-se deles no aeroporto. Até aquele momento, Mani não havia percebido como essas pessoas haviam se tornado especiais para ela em tão pouco tempo. Os membros da igreja lhe deram uma Bíblia em inglês e em japonês, e o endereço da Igreja Adventista em Tóquio e a convidaram para visitar a igreja. Eles disseram que a igreja estava ligada a uma escola de língua inglesa, e assim Mani poderia continuar a estudar inglês. Ela nunca tinha visto tanto amor antes.
O médico sentiu-se melhor depois de receber o tratamento em Loma Linda, e pôde voltar para o trabalho. Mas ele sabia que o câncer tinha se espalhado, e que tinha pouco tempo de vida. Mani, a mãe dela, a irmã e o irmão se revezavam para cuidar do médico e o visitavam no hospital. Mani lhe lembrou do amor de Deus, a quem ela aprendera a amar enquanto estavam na Califórnia. Alguns dias mais tarde, o médico morreu.
Laços de amizade. Mani continuou a freqüentar a escola de inglês e a Igreja Central de Tóquio. Conforme estu-dava a Bíblia, a compreensão dela sobre a profundidade do amor de Deus cresceu. Ela passava tempo com os professores de inglês conversando, participando de caminhadas, estudando a Bíblia e desenvolvendo a amizade mútua. Mani havia encontrado um lar espiritual.
Ela entregou totalmente a vida a Cristo e decidiu pedir ao pastor que a batizasse. Mas antes que ela pudesse conversar com o pastor sobre o batismo, o pastor a abordou e perguntou se ela estaria interessada em receber estudos para se preparar para batismo. Ela depressa concordou.
Mani ama cada dia mais ao Senhor.
Estou muito contente pela amizade da congregação japonesa americana, que me encaminhou a Jesus e me mostrou como é o amor cristão Mani disse. Agradeço a Deus a escola de inglês, que me apresentou a muitos bons amigos cristãos aqui no Japão. E agradeço a Deus os membros da igreja, que estão me ajudando a cres-cer cada dia.

Tabela: Por do Sol

Manaus Belém Porto Velho Fortaleza Recife Salvador Rio de Janeiro
17h54 18h11 18h00 17h27 17h05 17h11 17h11
Cuiabá Campo Grande São Paulo Belo Horizonte Curitiba Brasília Porto Alegre
17h17 17h02 17h24 17h20 17h30 17h44 17h28

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