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Comentários da Lição da Escola Sabatina

Lição 13
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Preparando-nos para o fim...

Lição 13, 22 a 28 de junho de 2002

Introdução

Com esta lição terminamos de estudar as grandes profecias apocalípticas. Analisamos o drama do grande conflito cósmico entre o bem e o mal. As profecias nos mostraram os instrumentos e as estratégias que o inimigo de Deus usa para lutar contra Ele e contra Seu povo. O dragão utiliza os poderes políticos e religiosos para lutar contra Deus. Ele se vale do engano, da astúcia e da perseguição para alcançar seus objetivos. Mas, acima de tudo, as profecias apocalípticas nos mostraram que Deus não apenas conhece o futuro, mas que também o controla. Mediante as profecias bíblicas, Deus nos revoou revelou os acontecimentos futuros para que não sejamos enganados, e para que aprendamos a confiar nEle.

Nesta última lição do trimestre nos é feito um generoso convite para estar prontos para a culminação do grande conflito cósmico. As profecias apontam ao triunfo do bem sobre o mal. A vitória de Deus é segura. O mal será erradicado para sempre do Universo. O drama da rebelião que tanta dor trouxe ao mundo e ao Universo terminará em breve. A verdade há de triunfar e, junto com ela, todos os que depositaram sua confiança em Deus. Todos os que O reconheceram como soberano e se negaram a adorar o dragão e suas instituições viverão em um mundo restaurado, na doce presença do Cordeiro.

A segunda vinda de Cristo em glória e majestade coroa o triunfo da verdade sobre o engano. Neste evento glorioso estão centradas todas as esperanças do povo de Deus de todas as épocas. Este evento fará que a igreja deixe de ser uma igreja militante a ser pela graça de Deus, uma igreja triunfante. Diante do avançado do relógio profético, o povo remanescente de Deus é convidado a estar preparado para este glorioso acontecimento.

Domingo, 23 de junho Um convite

Deus sempre tomou a iniciativa de convidar Seu povo ou as pessoas. Os convites de Deus sempre são para o benefício dos convidados. Deus convidou Adão e Eva para sair da árvore onde se escondiam (Gên. 3:9). Convidou Noé para preparar uma arca na qual ele e sua família se salvaram (Gên. 6:13 e 14). Ao desviado povo de Israel Deus disse: "Vinde, pois, e arrazoemos" (Isa. 1:18). Mediante o profeta Amós Deus disse: "Prepara-te... para te encontrares com o teu Deus" (4:12). Hoje, à geração do terceiro milênio, "o Espírito e a noiva dizem: Vem!" (Apoc. 22:17). O convite é para nos reconciliarmos com Deus e reconhecermos Sua soberania. Lembremo-nos de que a essência da rebelião foi desconhecer a autoridade de Deus sobre nossa vida. Essa rejeição causou uma alienação entre Deus e Suas criaturas. Adão e Eva se encontravam escondidos e envergonhados entre as árvores do Éden. Diz o apóstolo Paulo que nos encontrávamos "sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo" (Efés. 2:12).

Mas Deus, que é rico em misericórdia, ao descer e buscar Adão e Eva, estava buscando toda a humanidade perdida e alienada pelo pecado. Nas palavras "Onde estás?" nossos pais não ouviram uma mensagem de reprovação ou condenação, mas a entenderam como um chamado à reconciliação. Saíram de seu esconderijo envergonhados, sim, mas agradecidos pelo convite para voltar a Deus. A promessa de Gênesis 3:15 oferecia à raça caída uma oportunidade de reconciliação. Essa era uma promessa e um convite. Adão e Eva não podiam resolver por si mesmos o problema em que se haviam metido, nem mesmo encontrar uma vestimenta adequada para enfrentar as circunstâncias.

Na cruz de Cristo, a promessa se tornou realidade. Os braços estendidos do Salvador se abriram para atrair os perdidos. Seus braços estendidos expressavam o convite de Deus para voltar a eleEle. Estavam abertos porque o convite era para todos os que crêem nEle. Esta promessa feita na realidade no Calvário se concretizará de forma maravilhosa na ocasião da segunda vinda de Jesus.

Gênesis 3 nos diz que o Pai tomou a iniciativa de buscar a restauração. Os evangelhos nos dizem que o Filho tornou eficaz o convite do Céu. E o Espírito Santo torna acessível a todos este convite. De acordo com João 16:8, Sua missão é convencer o mundo do pecado. Significa que sem Sua maravilhosa intervenção seria impossível para o ser humano voltar a Deus. Sem as impressões do Espírito Santo o ser alienado não tem consciência de sua grave situação. Nem mesmo sabe que está perdido. Pensa de si mesmo que é "rico e abastado e não precis[a] de coisa alguma, e nem [sabe] que [é] infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu" (Apoc. 3:17). Não se apercebe que vive em um mundo sem Deus e sem esperança.

"Não pode habitar um amor profundo e arraigado no coração daquele que não reconhece sua pecaminosidade. ... Se, porém, não reconhecemos nossa própria deformidade moral, é isto uma prova inequívoca de que não obtivemos uma visão da beleza e excelência de Cristo." ( Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág. 65).

É somente pelo ministério do Espírito Santo que nossa consciência se desperta. O ser humano em sua natureza caída não pode obter uma convicção de sua pecaminosidade. Nem a lógica, nem o raciocínio, nem a dedução, análise ou a comparação lhe permitem conhecer seu estado de condenação. A convicção de nossa pecaminosidade e a necessidade da salvação se obtém pelas impressões do Espírito Santo.

"Nem sempre é a mais brilhante apresentação da verdade de Deus que convence e converte a alma. Não pela eloqüência ou lógica é alcançado o coração dos homens, mas pela suave influência do Espírito Santo, a qual opera silenciosa conquanto seguramente na transformação e desenvolvimento do caráter. É ainda a voz mansa e delicada do Espírito de Deus que tem poder para mudar o coração." Ellen G. White, Profetas e Reis, pág. 169.

A divina Trindade trabalha unida para estender e tornar realidade o convite a fim de preparar-nos para a culminação da História. Que devemos fazer? "Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração" (Heb. 4:7).

Segunda-feira, 24 de junho Respondendo ao convite

Lembremo-nos de que a essência da rebelião, tanto no Céu como na Terra está relacionada com a rejeição da autoridade de Deus sobre nossa vida. Tem que ver com o desejo de tomar nossas próprias decisões sem que Deus intervenha. Portanto, não importa como se manifeste, seja pela frieza espiritual, seja pela indiferença para com os requisitos de Deus, aberta rebelião ou farisaísmo, o ser humano está destituído da glória de Deus.

Cometer pecado não nos torna pecadores; não chegamos a ser pecadores porque pecamos. É por temos uma natureza pecaminosa que somos pecadores. A sentença divina é: "Não há justo, nem um sequer" (Rom. 3:10). "Depois de seu pecado Adão e Eva não mais deviam habitar no Éden. ... Foi-lhes declarado, porém, que sua natureza ficara depravada pelo pecado." ( Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, pág. 61). "Devido ao seu pecado [de Adão], nossa natureza se acha decaída, e não podemos tornar-nos justos. Visto como somos pecaminosos, profanos, não podemos obedecer perfeitamente a uma lei santa." ( Caminho a Cristo, pág. 62).

O fariseu pode sentir-se bem com seus atos piedosos, e até acha que é santo. O indiferente pode estar tranqüilo em sua consciência. O rebelde, como desconhece a autoridade de Deus, não sente qualquer dever para com Deus. Não importa qual seja a situação, o diagnóstico divino é que todos estamos debaixo do pecado e sob condenação (Rom. 3:9).

A toda essa classe de pessoas é que o céu Céu dirige um convite urgente para voltar-se a Ele. Somos chamados a arrepender-nos de nossa frieza e indiferença religiosa, a deixar de confiar em nossos méritos para ser bons e santos e deixar nossa obstinada rebeldia. Em essência, necessitamos reconhecer a soberania de Deus sobre nossa vida. Devemos deixar que Ele nos guie, e viver em harmonia com Seus princípios.

Isso não podemos fazer por nós mesmos, necessitamos deixar que o Espírito Santo opere. Primeiro, Ele desperta nossa consciência (nos convence do pecado), depois nos conduz ao arrependimento. Foi isso que aconteceu no dia do Pentecostes. Lucas diz que "Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração", reconheceram sua situação e perguntaram: "Que faremos, irmãos?" (Atos 2:37 e 38).

Quando despertamos para nossa triste realidade é que estamos prontos para o segundo passo, o arrependimento. Esta foi a resposta que a multidão recebeu no dia do Pentecostes (Atos 2:38). Este foi o convite que João Batista deu aos que se reuniam nas margens do Jordão (produzir frutos dignos de arrependimento, Luc. 3:8). Esta foi a experiência por que passou o rei Davi, quando sua consciência se despertou para a gravidade de seu pecado, com humildade confessou seu pecado (II Sam. 12:1-6, Sal. 32:5; 51:3).

Que faremos? "Confessei-Te o meu pecado e a minha iniqüidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e Tu perdoaste a iniqüidade do meu pecado." "Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de em mim um espírito inabalável" (Sal. 32:5; 51:10).

Terça-feira, 25 de junho Em harmonia com Deus

Satanás pensou que havia colocado a Deus em xeque-mate, em uma posição sem saída. "Como Deus faria para ser justo e ao mesmo tempo misericordioso? Como condenar o pecado sem destruir os pecadores? Como Deus restabeleceria a harmonia sem destruir o princípio de Seu governo (a lei)?".

Diante desse xeque-mate, Satanás esperava conseguir a vitória. Mas não contava com a justiça, a sabedoria e a misericórdia de Deus. Ele pensava que a única alternativa que Deus tinha era destruir os pecadores ou quebrantar Sua própria lei. Qualquer das duas coisas que Deus fizesse daria razão a Satanás. Sem deixar de ser misericordioso, Deus cumpriu o que a lei exigia, o resgate do pecado, a morte (Rom. 6:23). Deus pagou, na pessoa de Seu Filho amado, a dívida que o pecado exigia. "Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo" (II Cor. 5:19). "Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-Se Ele próprio maldição em nosso lugar" (Gál. 3:13). Foi feito maldição no sentido de que "Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós" (II Cor. 5:21), Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós (Isa. 53:4-7).

Com a morte do divino Substituto, a conta ficou paga, não mais existe condenação para quem está em Cristo. A alienação terminou, voltamos a estar em harmonia com o Céu. A cruz é a ponte que une outra vez o Céu e a Terra. Portanto, não existem mais obstáculos em nosso caminho ao Céu. Não existem impedimentos, o Substituto divino o tornou possível.

Ellen White nos diz: "Nossos pecados foram postos sobre Cristo, foram castigados em Cristo, foram erradicados por Cristo, a fim de que Sua justiça nos fosse imputada." (Signs of the Times, 30 de maio de 1905). "O Filho Unigênito de Deus tomou sobre Si a natureza do homem e plantou Sua cruz entre o Céu e a Terra. Por meio da cruz, o homem foi atraído para Deus, e Deus para o homem." (Signs of the Times, 5 de junho de 1893). "Na cruz a justiça foi satisfeita" (Carta 52, 1906).

"Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna" (Rom. 6:22).

O que nos resta fazer? Aceitar a provisão de Deus. É o único que podemos fazer. Temos que crer e aceitar Seu perdão. O perdão não é um sentimento, é uma ação judicial de Deus, que declara justo o pecador. Não espere sentir que está perdoado, tão-somente creia e aceite o que Deus fez em seu favor.

Quarta-Feira, 26 de junho Crescendo em Cristo

O passo seguinte em nossa preparação para a segunda vinda de Cristo tem a ver com a santificação. A pessoa não apenas é perdoada pelo sangue de Cristo, o Espírito Santo não apenas desperta nossa consciência adormecida, mas também nos conduz ao arrependimento. Assim, uma vez justificados (a dívida foi paga por Cristo), somos motivados a viver em harmonia com a palavra de Deus.

"Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus. Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terraTerra" (Col. 3:1 e 2). Este é o milagre que acontece depois de nosso encontro com Deus.

Ao cristão perdoado, o Espírito que o despertou de sua desesperada condição agora o capacita para buscar uma nova forma de viver que esteja em harmonia com a vontade de Deus. "Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas. Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade" (Col. 3:5, 7 e 12).

Isso mostra que depois da reconciliação vem a transformação. Deus não só quer perdoar nossos pecados, mas também redimir-nos dos efeitos que o pecado provocou na natureza humana. Em lugar de gostar viver em paixões desordenadas e maus desejos, aparecem novas virtudes na vida do cristão. Assim surgem a benignidade, bondade, mansidão e paciência.

Quando a consciência do cristão se desperta, este se pergunta: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?" O Espírito ilumina a mente e esta responde: "De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?" (Rom. 6:1 e 2). A reconciliação é o que Deus faz por nós. A santificação é o que Deus faz em nós.

Estar morto para o pecado não significa que o cristão nunca mais vai pecar. Diz que morreu para a antiga maneira de viver, (independente de Deus, em rebelião contra Deus). Ellen White nos diz: "Quando nos revestimos da justiça de Cristo, não temos nenhum prazer no pecado... Poderemos cometer erros, mas odiaremos o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus." ( Mensagens Escolhidas, vol. 1, pág. 360).

"Quando a alma se rende inteiramente a Cristo, novo poder toma posse do coração. Opera-se uma mudança que o homem não pode absolutamente operar por si mesmo. É uma obra sobrenatural introduzindo um sobrenatural elemento na natureza humana." ( Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 291324).

O que nos cabe fazer? "Andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne." (Gál. 5:16). Também diz: "Senhor, toma meu coração; pois não o posso dar. É Tua propriedade. Conserva-o puro; pois não posso conservá-lo para Ti. Salva-me a despeito de mim mesmo, tão fraco e tão dessemelhante de Cristo. Molda-me, forma-me e eleva-me a uma atmosfera pura e santa, onde a rica corrente de Teu amor possa fluir por minha alma." ( Parábolas de Jesus, pág. 159).

Quinta-feira, 27 de junho Continuando o caminho

Para o cristão perdoado, reconciliado e transformado, agora se apresenta o convite de andar no Espírito. Isso não significa que ele vai viver uma vida perfeita e sem pecado, mas que sua disposição é de ser guiado pelo Espírito para andar com Cristo. Em Romanos 6: 4 o apóstolo nos convida a andar em nova vida. E em 8:1, nos diz que "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus". Efésios 4:1 nos diz que "andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados". Colossenses 1:10 aconselha que andemos "de modo digno do Senhor". O apóstolo Pedro nos diz que devemos andar "como os que vivem em santo procedimento e piedade" (II Ped. 3:11). "Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. ... Quando conhecermos a Deus como nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua obediência." Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, pág. 668).

O convite não é apenas para abandonar nosso antigo modo de andar, pois ficar aqui seria muito perigoso. Somos aconselhados a continuar em nova vida, não conforme a carne e sim conforme o Espírito. Como se obtém essa nova vida? Como fez Enoque (Gên. 5:18-24), por meio de intimidade, companheirismo e comunhão com Deus na vida diária. Essa nova vida significa que Deus é agora o centro de nossa vida. Sua vontade é soberana para nós. Essa nova vida se desenvolve e mantém pelo estudo da Bíblia, meditação e oração.

De Enoque se diz: "Toda a verdadeira obediência vem do coração. Deste procedia também a de Cristo. E se consentirmos, Ele por tal forma Se identificará com os nossos pensamentos e ideais, dirigirá nosso coração e espírito em conformidade com o Seu querer, que, obedecendo-Lhe, não estaremos senão seguindo nossos próprios impulsos. A vontade, refinada, santificada, encontrará seu mais elevado deleite em fazer o Seu serviço. Quando conhecermos a Deus como nos é dado o privilégio de O conhecer, nossa vida será de contínua obediência." ( Patriarcas e Profetas, pág. 85O Desejado de Todas as Nações, pág. 668). "O infinito, insondável amor de Deus, mediante Cristo, tornou-se o assunto de suas meditações dia e noite; e com todo o fervor de sua alma procurou revelar aquele amor ao povo entre o qual vivia." ( Ellen G. White, IbidemPatriarcas e Profetas, pág. 84).

O que nos cabe fazer? "Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa primeira tarefa. Seja vossa oração: Toma-me, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço. Permanece comigo, e permite que toda a minha obra se faça em Ti." Esta é uma questão diária." Ellen G. White, Caminho a Cristo, pág. 70.

Resumo

A segunda vinda de Cristo é uma promessa segura. Sem essa promessa a história da redenção seria incompleta, seria um engano, uma fábula. A história do grande conflito cósmico seria como uma narração dantesca, na qual se representam os problemas e perseguições a que seria submetido o povo de Deus. Sem promessa de vitória, todos se desanimariam. Mas graças a Deus que sabemos como vai terminar o conflito. O bem e a verdade triunfarão. Graças a Deus por tão bela promessa. E é a promessa do retorno de Jesus que coroa todas as promessas e todas as profecias. Esta é a promessa que lança luz no escuro túnel do conflito cósmico. Por isso, podemos caminhar confiantes, sabendo de antemão os resultados.

Por isso o apóstolo Pedro nos diz que "nos têm sido doadas as Suas preciosas e mui grandes promessas" (II Ped. 1:4). Entre elas, a que coroa todas as outras promessas é a promessa de sua Sua vinda (II Ped. 3:4) "Esperamos novos céus e nova Terra, nos quais habita justiça" (II Ped. 3:13).

Ante todas essas maravilhas, o Senhor faz ressoar seu Seu convite urgente. Um convite à reconciliação, convite para renunciar ao pecado, para caminhar com Ele. Ele quer que deixemos ao Espírito Santo realizar Sua obra que nos habilita para viver a vida cristã e nos prepara para o maior de todos os eventos, o retorno de Jesus em glória e majestade.

"Por essa razão, pois, amados, esperando estas coisas, empenhai-vos por serdes achados por ele Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis" (II Ped. 3:14).

"O caráter piedoso deste profeta representa o estado de santidade que deve ser alcançado por aqueles que hão de ser comprados da Terra (Apoc. 14:3), por ocasião do segundo advento de Cristo"." ( Patriarcas e Profetas, pág. 889).

O convite está feito. A profecia segue seu curso, muito em breve terminará. E agora? Em resposta à iniciativa de Deus, espera-se uma resposta humana. Cabe-nos aceitar tão generoso convite. Devemos responder a Seu chamado de amor. Devemos entrar em reconciliação com Ele. Devemos crescer em graça por meio de uma vida de constante comunhão e amizade com Cristo. Assim fazendo, sem dúvida estaremos prontos para quando Ele aparecer coroado como Rei dos Reis reis e Senhor dos senhores. O conflito terá terminado. Começa a eternidade com Jesus!!!

Sábado, 29 de junho de 2002

Programa do décimo terceiro sábado


Participantes: Vários narradores [Escolha participantes que treinem as partes e tenham condições de apresentá-las claramente. Apesar de não ser necessário que os participantes decorem as partes, é bom que estejam suficientemente familiarizados com o conteúdo para poderem apresentar o material com confiança.]

Narrador 1: Todos os adventistas conhecem os sinais da vinda de Jesus: guerras, desastres naturais e sociais, sinais no Sol, na Lua e nas estrelas. Todos estes sinais já se cumpriram. Mas um sinal da vinda de Jesus não se cumpriu. O evangelho de Cristo não chegou a todo o mundo; milhões ainda não ouviram a voz de Deus chamando-os para o lar.

Narrador 2: Em termos de população, a Divisão do Pacífico Norte-Asiático é a maior Divisão do mundo, com quase 1,5 bilhão de habitantes.

Quando pensamos no Pacífico Norte-Asiático, pensamos na China, o país com a maior população do mundo. Mas, com um adventista para cada 4.200 habitantes, a China não é o país menos evangelizado nesta Divisão. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas a obra está progredindo ali, graças a Deus!

Narrador 3: Quando os missionários adventistas chegaram ao Japão, cerca de cem anos atrás, encontraram um povo disposto a ouvir. Dentro de 10 anos uma igreja estava estabelecida aqui. A igreja cresceu rapidamente, e logo foram fundadas uma casa publicadora, clínicas médicas, um hospital e uma escola de treinamento para obreiros.

Mas, em 1937, o governo tornou ilegais as organizações cristãs. Os missionários estrangeiros tiveram que deixar o país. Em 1943, a igreja foi dissolvida e o governo confiscou as propriedades da igreja. Os líderes da igreja foram encarcerados, e os crentes sofreram muito durante esses anos escuros.

Narrador 1: Depois da Segunda Guerra Mundial, uma nova era se abriu para os cristãos e os adventistas no Japão. Mas, com o crescimento econômico da nação, o interesse no cristianismo diminuiu. Hoje, menos de 1 por cento dos japoneses afirmam ser cristãos, e menos de 15 mil são adventistas do sétimo dia. Só um em cada 8.600 habitantes no Japão é adventista do sétimo dia. Este número é quase o dobro da relação de adventistas para não adventistas na China. As igrejas hoje regozijam-se de poder batizar uns poucos crentes a cada ano.

Narrador 2: Porém, um ponto brilhante no crescimento da igreja no Japão é a Escola Adventista Secundária de Saniku, Hiroshima, que matricula até 40 por cento de alunos não adventistas. A administração da escola considera que sua missão é tanto educacional como evangelística. Eles se esforçam para que os alunos levem consigo a reverência a Deus ao longo da vida, mesmo que não firmem um compromisso com Deus enquanto estiverem na escola. Cada ano, a escola batiza entre 40 e 50 alunos.

Narrador 3: A concorrência por alunos no Japão é severa, e as escolas precisam manter os padrões mais elevados de excelência para atrair alunos, para atender às exigências do governo e continuar sendo instituições viáveis.

Eles hoje começaram a desenvolver programas que utilizem o equipamento exigido e os métodos pedagógicos para treinar os alunos em cursos práticos no uso de computadores para servir aos outros. Enquanto estudam a tecnologia de computação, os alunos vão aprender a manter a página da Internet da escola, manter em dia uma escola bíblica por correspondência pela Internet, e outros métodos inovadores de evangelismo que vão beneficiar os alunos e abençoar a comunidade.

Narrador 2: Outro país na Divisão do Pacífico Norte-Asiático que tem uma relação muito mais alta de adventistas para não adventistas é a Mongólia. Embora o número de membros da igreja deste país sem aceso para o mar esteja crescendo continuamente, com mais de 200 membros batizados, ainda existem cerca de 12 mil não adventistas para cada adventista batizado na Mongólia!

Narrador 3: A igreja da Mongólia é nova. Os primeiros missionários entraram no país em 1991, e o primeiro batismo aconteceu apenas dois anos mais tarde. Isso significa que os primeiros mongóis batizados são membros há apenas nove anos!

O evangelho espalhou-se rapidamente na Mongólia, e grupos de crentes estão surgindo em todo o país, como flores silvestres depois de uma chuva. Milagre após milagre vem abrindo a porta para novos grupos de crentes.

Narrador 1: Uma família da região do Deserto de Gobi, na Mongólia, enviou sua filha adolescente para Ulan Bator, a capital, para terminar seus estudos e encontrar trabalho. Eles nunca sonhavam que sua viagem mudaria radicalmente a vida de todos eles.

Byra, a filha, conheceu alguns jovens adventistas em Ulan Bator e começou a freqüentar seus cultos e reuniões de estudo da Bíblia. Ela gostou dos cânticos e da companhia desses cristãos felizes. Mas o estudo da Bíblia abriu um mundo inteiramente novo para ela, pois a família dela era de cultura budista, e ela nunca antes havia ouvido o nome de Jesus.

Narrador 2: Logo o tio de Byra, com quem ela morava, teve conhecimento do interesse dela no cristianismo e pediu que ela deixasse de freqüentar as reuniões. Byra teve que tomar uma decisão: Deveria continuar a adorar com esses cristãos e correr o risco de deixar sua família zangada? Ou devia obedecer ao tio e cortar sua conexão com seus novos amigos? Ela orou sobre isso e decidiu que havia encontrado algo pelo qual valia a pena lutar. Ela pediu aos missionários que a ajudassem a encontrar um lugar para morar. Logo em seguida ela foi batizada.

Narrador 3: Byra contou à sua família sobre sua nova fé. Eles estavam muito longe para criar objeções, e sabiam que Byra tinha sido sempre muito sensata, e não tomava decisões precipitadas.

Byra logo tornou-se líder no pequeno grupo de cristãos. Os missionários perguntaram se ela estaria disposta a viajar para as Filipinas para estudar um ano em um seminário a fim de se preparar para um papel de maior liderança na igreja. Ela concordou. Enquanto esteve nas Filipinas, a fé de Byra cresceu rapidamente ao ver a mão de Deus em sua vida e Sua guia na vida de outros jovens com quem estudava.

Narrador 1: Logo depois que ela voltou para a Mongólia, seu pai foi visitá-la. Ele esperava ganhar algum dinheiro rapidamente vendendo algumas mercadorias que havia comprado na aldeia de sua casa. Mas desde o começo as coisas foram mal para ele. Ele não conseguiu vender as mercadorias, e depois, alguém roubou o dinheiro dele. Como ele haveria de devolver o dinheiro emprestado para comprar as mercadorias?

O pastor convidou o pai de Byra para ter uma classe de estudos bíblicos. O pastor esperava que esse convite encorajasse o pai de Byra a estudar a Bíblia com ele. Ele desenvolveu o amor à Bíblia e a Cristo, e pouco depois foi batizado.

Narrador 3: Parte da oferta do décimo terceiro sábado deste trimestre vai ajudar a prover lugares adequados de adoração para a igreja recém-nascida na Mongólia. O que você der hoje vai enviar uma mensagem aos crentes daquele país distante, uma mensagem de amor e fraternidade, ou uma mensagem de desinteresse. Que mensagem você quer enviar hoje?

Vamos orar pelos crentes da Mongólia e do Japão, e dar uma boa oferta. Vamos apressar o cumprimento de uma profecia ainda não cumprida e estar preparados para saudar a Cristo quando Ele voltar.


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TABELA: Pôr do Sol

Manaus Belém Porto Velho Fortaleza Recife Salvador Rio de Janeiro
17h57 18h14 18h03 17h30 17h08 17h14 17h14

Cuiabá Campo Grande São Paulo Belo Horizonte Curitiba Brasília Porto Alegre
17h20 17h05 17h27 17h23 17h33 17h47 17h31

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Irmão! Prepare uma Oferta especial para este 13º Sábado. Lembre-se dos projetos do Campo Missionário deste Trimestre...
Mat. 28:18-20

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